Escrevo este manifesto para demonstrar que se podem realizar acções opostas, ao mesmo tempo, num único e fresco movimento. Sou contra a acção; e em relação à contradição conceptual, e à sua afirmação também, não sou contra nem a favor.


Pedro Marques @ 19:57

Ter, 02/09/08

Procuro nos cadernos de notas antigas rastos de sentimentos, recados insignificantes. Memórias que me empurram para a frente e me ancoram ao passado. Leio as mensagens, distantes como se fossem cadáveres sepultados em vala comum. Tantas, empilhadas umas em cima das outras...
Olho para fotografias, despeço-me das angústias.
Leio e releio vidas prometidas, revivo amplexos de traição, num tempo em que a palavra era tudo e tudo era puro e ingénuo.
Apanho do chão os estilhaços que sou, dou-me ao vento e deixo-me embalar.
Trauteio uma canção e espero que ninguém me ouça. - A minha vizinha já está farta. - Monto-me nas costas de esperanças cansadas. Venho-me no útero da solidão.
Luto com os defeitos, com a fraca auto-estima, com a vaidade sem fundamento, com a minha presunção e arrogância tão bem forjadas durante anos e anos. Esquivo-me ao julgamento final, recuso a falta de perspectiva e avanço, tenaz, intrépido, concentrado naquilo que há de bom à minha volta. Mas o quê, se ela nunca mais veio?
Alegria, onde estás?


Anónimo @ 23:07

Ter, 02/09/08

 

Acredite em você mesmo, pois é só voce que pode se alto julgar. Ouse, arrisque e nunca se arrependa. Não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguem nunca precisou de restos para ser feliz!!!!!!!